O Homem e o Cósmico

O Atleta que Nunca MorreráGrande parte dos homens desta terra viveu mais no contato diário com a própria terra, mas todos, de alguma forma tiveram participação em jogos...

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O Atleta que Nunca Morrerá
Grande parte dos homens desta terra viveu mais no contato diário com a própria terra, mas todos, de alguma forma tiveram participação em jogos de bola nos colégios ou terrenos baldios. E o atleta que mora nas reminiscências de cada um é despertado diariamente, em jogos da equipe por que torcemos.
Entendemos perfeitamente ao ver aquele médico, enfermeiro ou massagista que corre até o meio de um campo de futebol para atender a um atleta que tenha sofrido qualquer tipo de luxação. Não só é ele que corre até lá, mas também o atleta que foi e sempre será. Isso também emociona a gente, e faz com que mais vibremos pelo que presenciamos em campo.
Logo que aqui chegamos víamos que tanta gente participava das atividades desportivas e, o forte era o futebol, como até hoje o é, mas os grandes abnegados foram se extinguindo e, consequentemente, os estádios foram se esvaziando, chegando ao ponto de fundirem três clubes em um, com resultados nada promissores.
Finalmente chegamos ao fundo do poço na crise do futebol profissional, pois de tanta intemperança e improvisação no setor desportivo em cidades do interior onde colocamos a nossa, os aficionados e partidários do esporte foram se retirando – desiludidos pela falta de profissionalismo. Um clube que tenha um secretaria  nas cabeças dos seus dirigentes ou dentro de um “lap top” não pode vingar. Isso é descaso, para não dizer leviandade. Estamos buscando corrigir isso e um novo tempo, com nova face há de vir.
Sofremos por tais mazelas, assim como sofrem todos que querem o esporte. Amam o esporte. Fazem qualquer sacrifício pelo esporte. Respeitam o atleta. Zelam pela segurança, pela saúde, pelo bem estar e direitos do atleta. Ouvimos o repetido discurso de que a AERSA é bem maior que cada um de nós.
Queremos acreditar nisso, mas todos que assim falam não se dispõe a abrir mão de um pouco de si em prol do esporte e da juventude menos aquinhoada das nossas comunidades, enquanto a AERSA – todos sabem – está definhando. Por isso, quando vemos uma garra. Um combate, num corpo-a-corpo sem trégua, dos nossos atletas, sentimos ali, juntas naquele combate, as poucas empresas e pessoas  que estão alimentando os nossos jovens e ajudando a AERSA  a ir adiante.
Não estamos autorizados a divulgar o nome de ninguém, mas essas empresas e pessoas que assim agem, estão muito além de si, fazem o seu lado social, como semeadura espontânea que lhes reverterá em benesses inesperadas dentro da Lei Universal do “dar e dar-se-vos-á”. São esses pequenos-grandes-gestos que nos emocionam e agradam a Deus.

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