A batalha de M’Bororé contada em quadrinhos

Saiba mais sobre este projeto que conta a batalha de M'Bororé e tem a contribuição de Clayton Cardoso, José Roberto de Oliveira e Instituto Estrela Radiante.

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Clayton Cardoso 15 03 2021 (Copy)

Clayton Cardoso finaliza as últimas três páginas do HQ inédito que conta a batalha de M’Bororé. O trabalho deve ser lançado em abril deste ano (2021) e foi possível a partir da união de forças de três pessoas, uma delas, é o historiador José Roberto de Oliveira que fez o texto histórico, outro, Carlos Alberto Pippi, que por meio do Instituto Estrela Radiante está apoiando a iniciativa e o próprio Clayton Cardoso, quadrinista que fez todo o roteiro de diálogos e arte para adaptar este fato histórico para a narrativa HQ. Nesse projeto os desenhos e diálogos de Clayton devem contar de modo inusitado os detalhes da Batalha de M’Bororé.

O conflito fluvial de M’Bororé é um fato histórico que mudou o curso dos acontecimentos, depois da vitória dos Missioneiros o ciclo de exploração violenta dos indígenas foi temporariamente estancado. Vale destacar que, as disputas territoriais que ocorriam entre Espanhóis e Portugueses contavam com a participação dos povos originários, (em ambos os lados) que culturalmente não se interessavam por geopolítica, mas estavam involuntariamente envolvidos nessas guerras.

Clayton Cardoso já lançou outras obras Missioneiras em HQ, como a história de Sepé e a Lenda da Cobra Grande. Este novo e inédito trabalho que será lançado em abril terá cerca de 70 páginas.

O projeto dessa obra inédita foi elaborado em etapas, com especial atenção na produção. A primeira delas é a escrita do texto original que conta detalhes do episódio, depois disso, é feito um roteiro, no qual, são elencados os personagens principais que devem ser os protagonistas dos diálogos, cada fala, cada imagem foi criada para ilustrar fatos específicos dessa história.


Esboço da Página 60
Esboço da Página 60
Desenho a lápis da página 60
Desenho a lápis da página 60
Finalização com nanquim da página 60
Finalização com nanquim da página 60

 

 

 


O resultado da narrativa deve corresponder a um simulacro da realidade, recriando a história feita com bases documentais. O desenho é rascunhado a lápis, depois o artista usa o nanquim para finalizar os traços e ainda faltam os balões de diálogos que ocorrem com o escaneamento das imagens que serão diagramadas com o auxílio da computação gráfica.

Edição | Marcos Demeneghi

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