Dados do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) indicam a necessidade do corte de 5% no consumo de energia nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul. Por isso, quando falamos em iluminação artificial, é importante informar que podemos encontrar no mercado atual diversas opções que auxiliam nessa economia.
Com o banimento das lâmpadas incandescentes, que acontece gradativamente até 2016, aparecem as lâmpadas halógenas como uma boa opção de substituição. Esse tipo de tecnologia é mais eficiente que as tradicionais e oferece até 30% de economia em relação às lâmpadas comuns. Outra boa opção para quem busca economia são os LEDs.
Se compararmos uma incandescente de 60W, por exemplo, com uma lâmpada de LED de apenas 10W, a economia é superior a 80%, além de possuir vida útil de 25 mil horas, ou seja, dura 25 vezes mais que as comuns.
Vale a pena lembrar que a economia de energia não depende somente do sistema de iluminação, mas também do uso consciente de aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos.
É importante saber quais produtos possuem melhores níveis de eficiência energética. Por isso, o Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), aplicado pelo Inmetro, que tem como carro-chefe a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE), é o responsável por classificar a eficiência dos equipamentos em sete categorias, de A (mais eficiente) a G (menos eficiente).
Ter atenção a essa medida pode beneficiar o consumidor na hora da compra de qualquer eletroeletrônico, também colaborando com a economia durante o ano inteiro.
*Pedro Sega
