Quarta-feira 7/03/2012

Luiz Morari Um empresário agrícola de sucesso. Luiz Morari veio para Santo Ângelo aos três anos de idade, procedente de Porto Lucena, onde nasceu em 2 de outubro...

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Luiz Morari

Um empresário agrícola de sucesso. Luiz Morari veio para Santo Ângelo aos três anos de idade, procedente de Porto Lucena, onde nasceu em 2 de outubro de 1944. Tornou-se um cidadão adotivo de Santo ângelo, onde cresceu, estudou, formou-se, trabalhou muito, forjou sua personalidade, tornando-se um empresário agrícola de sucesso.

Seu pai, Ubaldo Morari, o conheci quando sócio do armazém Morari, homem que no decorrer dos anos teve muitos negócios (revenda de carros, tratores, implementos agrícolas, empresas de ônibus. Soube criar, educar, encaminhar para a vida sua grande família, constituída por muitos filhos e filhas. Mantive amizade com ele, praticamente desde que chegou em Santo Ângelo.

Aos 14 anos, Luiz trabalhou como contínuo e auxiliar de contabilidade do escritório de Arlindo Benck, onde fazia meio expediente, e na Acisa, que ficava no mesmo prédio. O presidente era Alberto Rockembach.

Em dezembro de 1966, concluiu o Curso Técnico em Contabilidade na Escola Técnica de Contabilidade do Ginásio Santo Ângelo. Em 1972 formou-se na faculdade de Direito Local, advogado.

Foi bacário no período de 1964 a 1969 no Banco Industrial e Comercial do Sul, agência de Santo Ângelo. Logo, comprou do Doswal Barcelos o direito de descarga e cargas dos vagões da Viação Férrea, no quadro da Estação, atividades para as firmas da cidade em seus depósitos. Mercadorias as mais diversas. Trabalho efetuado de caminhão, com “chapas” para carga e descarga.

Deixou o banco para iniciar a atividade agrícola no distrito de Coimbra, então pertencente a Santo Ângelo e hoje São Miguel das Missões. Após alguns anos em Coimbra, mudou suas atividades para São Borja, Garruchos e Santo Ântonio das Missões. Em São Borja foi produtor de sementes de trigo, soja e arroz, inscrito no Ministério da Agricultura por muitos anos. Permanece nessa atividade há 40 anos com muita luta e trabalho.

Quando iniciou sua atividade agrícola, nos procurou para lhe fornecer adubos, calcário e alguns insumos agrícolas. Espalhamos calcário com nossa frota de caminhões espalhadores em número de oito em todas as suas lavouras. Serviu-se, também, de nossa opinião, quando preciso, pois sabia de nossa longa vivência e experiência no meio do agronegócio.

Homem dinâmico, tenaz, reto, inteligente, de mente aberta, sabia, na hora da dificuldade, munir-se de outras opiniões e informações para então tomar sua decisão acertada, no devido tempo. Consolidou-se, então, umalonga vivência de negócios, a par de uma sincera amizade pessoal, que perdura até hoje.

Casou-se com Maria Seloní Bittencourt, em 25 de fevereiro de 1967, professora aposentada, que além de grande companheira de todas as horas, participa ao longe desses 40 anos de todas as suas atividades. Tiveram dois filhos, Isanara, administradora de empresas e Claúdio Luiz, advogado e engenheiro Civil. Ambos residindo em Porto Alegre.

Foi vice-presidente social do Clube Gaúcho e também do Clube 28 de Maio. Pertence ao Lions Clube Santo Ângelo Centro por mais de 30 anos, onde fomos companheiros por uns 20 anos. Este empresário agrícola de sucesso sempre teve como máxima “Para vencer na vida a vontade deve ser maior do que a dificuldade”. Esta é a história deste líder da lavoura de trigo, soja e arroz, que soube muito bem enfrentar com galhardia esse mar bravio, cheio de altos e baixos, que é a atividade agrícola em nosso Estado, apresentando climas adversos, tais como, chuva excessivas, secas, geadas fora de época, clima, portanto, inclemente, além de doenças nas culturas de várias lavouras. A tudo ele superou com seu otimismo e ar alegre, mantendo-se um empresário agrícola bem sucedido.

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