Schoenstatt: 100 anos

A 18ª Romaria ao Santuário de Schoenstatt em homenagem aos 100 anos do movimento mundial será realizada no dia 12 de outubro. A programação inicia com uma procissão...

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A 18ª Romaria ao Santuário de Schoenstatt em homenagem aos 100 anos do movimento mundial será realizada no dia 12 de outubro. A programação inicia com uma procissão que parte da Catedral Angelopolitana às 8h e segue até o Santuário Tupãcyrendá. O santuário em Santo Ângelo está localizado na Estrada de Acesso ao Distrito de Buriti, onde os romeiros participam de uma missa campal às 10h, ao meio dia almoço com música, às 16h 30mim benção das crianças e oração com Terço dos Homens e às 17h 15mim Adoração e benção do santíssimo.
No dia 12 de outubro é comemorado anualmente o aniversário da sagração do Santuário, com a Romaria Diocesana do movimento, neste ano festeja o centenário de fundação da obra em 1914.

A História
Movimento de Schoenstatt iniciou em Santo Ângelo ha 50 anos, mas o movimento mundial tem uma história de 100 anos, iniciada com o Padre José Kentenich e jovens seminaristas na Alemanha. Em uma capela abandonada em Vallendar, uma “Aliança de Amor” que se baseia na simbologia de “Maria mãe de Deus” foi iniciada por aquele grupo, que acreditava em um movimento de renovação religiosa e moral do mundo em Cristo por Maria. Durante a primeira guerra mundial o movimento ganhou força inclusive entre os jovens soldados.  
Acredita-se que os devotos são agraciados com abrigo espiritual em seu coração, a transformação interior e a fecundidade apostólica. Do mesmo modo que os membros do movimento recebem o acolhimento materno, devem retribuir com amor, esforço, oração e trabalho em benefício das pessoas que também procuram o mesmo acolhimento. Princípio que é chamado de “Capital de Graças”. O movimento ganhou força em todo o mundo e conta com 200 santuários.
Existem seis santuários de Schoenstatt no Rio Grande do Sul, 23 no Brasil e 200 em todo o mundo. O Santuário de Schoenstatt da diocese de Santo Ângelo, único na região das Missões, recebe o nome indígena de Tupãcyrendá. Na linguagem Guarani significa: Tenda da Mãe de Deus.  (Tupã – Deus, Cy – Mãe, Rendá – Tenda). Teve o início das atividades em 18 de julho de 1964, quando o Padre Ottomar Schneider reuniu o Professor Benedicto Felix e mais cinco alunos: Eduardo Basso, Wilson da Rosa Wilges, Denizard Freitas, Henrique Bradik e Nerci Redin para formarem, juntos, o movimento que valoriza uma aliança de amor com “Maria, Mãe de Deus”.

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