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O ângulo fechado da foto não permite ver o contexto de localização da coruja, mas ela mora no campus de Santo Ângelo da URI – Universidade Regional Integrada...

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Coruja da URI (5)O ângulo fechado da foto não permite ver o contexto de localização da coruja, mas ela mora no campus de Santo Ângelo da URI – Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e Missões, não só ela, mas outras tantas que dividem o espaço com estudantes, universitários, professores e outras aves como os quero-queros, comumente avistados em uma área de gramado e árvores novas localizada próxima do novo Parque Científico e Tecnológico das Missões – Tecnouri Missões, em um campo que margeia o último portão de saída da universidade.
A coruja simboliza a reflexão, o conhecimento racional e intuitivo. Na mitologia grega, Atena, a deusa da sabedoria e da guerra, tinha a coruja como símbolo. A fotografia foi registrada na última quarta-feira, dia 28, e naquele momento haviam pelo menos quatro aves desta espécie guardando seu território.
A espécie fotografada é chamada de coruja-buraqueira e nome científico “cunicularia” (pequeno mineiro) recebe esse nome, pois vive em buracos cavados no solo. Podem viver até 9 anos em habitat selvagem. Conforme informações do site “wikiaves” seu tamanho médio é de 23 centímetros. Tem voo suave e silencioso.
Ela tem que virar a pescoço, pois seus grandes olhos estão dispostos lado a lado num mesmo plano. Essa disposição frontal proporciona à coruja uma visão binocular. Isso significa que a coruja pode ver objetos em três dimensões: altura, largura e profundidade. Os olhos da coruja-buraqueira são bem grandes, em algumas subespécies de corujas são até maiores que o próprio cérebro, a fim de melhorar sua eficiência em condições de baixa luminosidade, captando e processando melhor a luz disponível.
Além de sua privilegiada visão, a buraqueira possui uma ótima audição, conseguindo localizar sua presa com apenas este sentido.

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