Canteiro não é calouro, mas foi vítima de trote

A foto registrada na manhã sexta-feira, dia 02, também mostra que as embalagens dos materiais utilizados ficaram no espaço público à revelia do clima

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Trote de universitários da URIO canteiro central da Rua Universidade das Missões ainda apresenta as marcas de farinha, tinta e outros produtos usados para recepcionar e promover a iniciação dos alunos que entram no primeiro semestre da Universidade. A foto registrada na manhã sexta-feira, dia 02, também mostra que as embalagens dos materiais utilizados ficaram no espaço público à revelia do clima.
Mau cheiro nos coletivos urbanos usados pelos universitários foi uma das reclamações manifestadas em grupos de relacionamento, nos quais existem manifestações de que o “trote foi pesado”, pois alguns jovens foram amarrados com fita adesiva uns aos outros e os veteranos usaram produtos como balsamo alemão, ovo podre, farinha, tinta…

Calouros também foram obrigados a rolarem na areia. Os trotes não se resumiram ao primeiro dia de aula e durante toda a primeira semana houveram manifestações dos mais diversos tipos. A Direção da URI recepcionou calouros no dia 27, quando o diretor acadêmico Marcelo Stracke disse que a URI estimula o trote solidário, assim como atividades que tenham relação com o compromisso social de desenvolvimento da Universidade. A direção reuniu os calouros no auditório do prédio 13 onde ouviram mensagens dos diretores do Câmpus, dos representantes do DCE.
Os calouros também assistiram a peça teatral “As Aventuras de Fortúnio”, encenada pelo Grupo “A Turma do Dionísio” e cujo tema enfoca com humor, questões do meio ambiente, como o excesso da produção de lixo.

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