O lixo eleitoral pelo ralo

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Poluição visual, ambiental provocada pelo lixo eleitoral que se acumulou nas ruas, invadiu residências, grudou nas calçadas e navegou pela água da chuva.
A quantidade de santinhos e propaganda eleitoral que amanheceu próximo às seções da 45º zona era suficiente para acumular próximo aos muros, ruas e calçadas e, como consequência, invadir as residências que ficam próximas das seções eleitorais em Santo Ângelo.  
Já na segunda-feira, dia 6, a água da chuva fixava os papeis nas calçadas e boa parte navegava pelos cordões rumo às bocas-de-lobo.  A foto acima, foi registrada na Travessa Missioneira, esquina com a Rua Bento Gonçalves em frente à Escola Estadual Onofre Pires, embora fosse possível retratar o fato em qualquer local próximo a uma seção eleitoral.
Porque está prática ocorre?
Os “santinhos” não podem ser distribuídos no dia das eleições. A “cola” eleitoral, quando o eleitor anota os números dos candidatos para levar à urna, é autorizada, mas a distribuição intencional como campanha política no dia das eleições e vetada.
Os eleitores indecisos ou apolíticos alimentam esta indústria. Muitos chegam no dia das eleições sem o número dos candidatos anotado, ou nem mesmo, tem um candidato de sua preferência. Sabedores desta parcela de indecisos ou alheios à política, candidatos investem nesta prática pouco ética do ponto de vista ambiental.
O lixo que “navega” pela água foi registra próximo ao IESA.

 

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