Recepção aos ministros no Tenondé Park Hotel

Enquanto ministros do Governo Temer, mais o Governador Sartori, prefeitos de 26 município da Missões, imprensa e autoridades de cinco países entravam no Tenondé Park Hotel, em São...

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Caminhoneiros na Entrada do Tenondé Park Hotel durante o 1º Encontro do Conselho Executivo da Rota Jesuítica Internacional da América do Sul
Caminhoneiros na Entrada do Tenondé Park Hotel durante o 1º Encontro do Conselho Executivo da Rota Jesuítica Internacional da América do Sul

Motoristas mobilizaram dois ônibus com colegas e mais 30 caminhões, que lado a lado estavam em frente ao hotel onde ocorreu o encontro internacional para discutir medidas de fomento ao turismo na segunda-feira, dia 7. Também entregaram nas mãos do Ministro Osmar Terra a pauta de reivindicação, o ministro prometeu analisar o conteúdo e dar segmento a análise do documento.
Os motoristas vieram de São Luiz Gonzaga para o ato de protesto e permaneceram no local com faixas, onde demonstravam o descontentamento com a situação do preço dos combustíveis que aumentou três vezes em 10 dias.
Estavam presentes no local o Ministro do Turismo, Marx Beltrão, um dos maiores defensores do governo de Michel Temer, Darcísio Perondi, O Ministro do Desenvolvimento Social e Agrário Osmar Terra, o Governador do Estado José Ivo Sartori e a Primeira dama Maria Helena Sartori, Secretário de Estado da Cultura Victor Hugo Alves da Silva, Deputado Estadual da Região Eduardo Loureiro e prefeitos de 26 municípios das Missões. Além de governadores, intendentes e alcaldes de mais quatro países latino-americanos.
A comitiva de autoridades adentrou na alameda que dá acesso ao local do evento e os caminhoneiros entoaram o hino nacional como forma de defender a profissão e as condições operacionais do transporte de cargas.
Na opinião dos Motoristas presentes, é impossível continuar trabalhando com os aumentos sucessivos nos combustíveis. “Não tem como repassar o aumento do preço do combustível para o frete e estamos pagando para trabalhar”, afirmaram os caminhoneiros com unanimidade no discurso. Aumentou o imposto sobre o diesel e ainda mudou a política de controle dos preços, a flutuação está inviabilizando o trabalho e conferindo prejuízo ao transportar uma carga. Uma das manifestantes chegou a dizer que estamos vivendo uma “ditadura camuflada”.
Encher o tanque do caminhão custa, em média 200 reais mais caro, “este valor somos nós que perdemos, não admitimos pagar a conta da corrupção”, falavam indignados os caminhoneiros, a maioria de São Luiz Gonzaga e cidades mais próximas.
Mencionaram que está engavetado no Congresso Nacional o Projeto de Lei 528/2015 que permite que a tabela de preço dos fretes acompanhe a flutuação do preço do combustível e não cause prejuízo para os caminhoneiros.

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