Sábado 21/01/2012

“As sete quadraturas parecem melhor interpretadas como o parto de uma Nova Era de fraternidade universal, de modo que gradualmente torne-se possível a criação da Federação das Nações.”...

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“As sete quadraturas parecem melhor interpretadas como o parto de uma Nova Era de fraternidade universal, de modo que gradualmente torne-se possível a criação da Federação das Nações.” Lindemann, R., engº., filósofo e astrólogo
A tradição, construída no sucedâneo de atos e fatos, amálgama no consciente de todo o ser humano um proceder que o amolda de tal forma que a forja do tempo a muito custo lhe permite que aceite uma mudança de comportamento ou visão sem grandes traumas. Podemos chamar a isso de condicionamento comportamental massificado, com tendências globais.
Tradicionalmente a humanidade, guiada por líderes, buscou, em comunidades distintas, seu desiderato de estado ideal e sociedade justa, querendo como rescaldo final a almejada paz social. Para tanto o mote de ordem religiosa prevaleceu pelo tempo, o que legou ao clero o poder de vida e morte sobre quem ousasse lançar o germe da discórdia ou de “inverdades” que pudessem macular ou por em dúvida princípios de ordem seculares.
Até esse momento da história, vivemos sob o pálio da teoria criacionista, em que Deus era o centro do universo –  teocentrismo – e, em nome dEle, foram cometidas inúmeras atrocidades e ainda se cometem em algumas comunidades. É a submissão incondicional do ser humano.
Com as conquistas da Revolução Francesa no século XVII, sob a inspiração de uma donzela de seios despidos, chamada Liberdade, preconizou-se a Igualdade e Fraternidade entre os homens e povos. Passamos a viver, então, o período denominado antropocentrismo – base de um progresso sem consciência. Aqui o homem pode tudo em nome do progresso. O que levou muitas comunidades a grandes equívocos, com graves sequelas ao meio ambiente e à própria liberdade. É o caos.
Neste momento surge a necessidade de socorrer-se o meio ambiente,  passamos a viver então o que ora presenciamos e que é denominado ecocentrismo, gerando um sentimento exacerbado de defesa ao meio ambiente, que é tido como o centro propulsor que nos move e alimenta.
Os países terceiro-mundistas não têm estrutura, nem morais nem culturais para assimilar um sentimento de nobreza tanta para responder amoravelmente às necessidades do seu meio, seja mineral, vegetal, animal, fluídico, gasoso ou energético, então caem para o extremo. Tão radical a ponto de pedirem cadeia para uma ordeira cidadã por estar a podar uma árvore em sua residência, enquanto hordas de malfeitores assaltam as pessoas de bem.  O que dessuma de tudo isso é a patente ausência de amor ao próximo, sem o que jamais haverá fraternidade entre os seres e os povos.

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